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30 de maio de 2026

A História Oculta da Arroba (@): Do E-mail ao Símbolo da Idade Média

​🌐 O Segredo da Arroba (@): Como um Símbolo da Idade Média Dominou a Tecnologia



​Você já parou para pensar por que usamos o símbolo da arroba (@) no nosso e-mail ou para marcar alguém nas redes sociais? Embora pareça uma invenção moderna da era da internet, a verdade é que a tecnologia pegou emprestada uma solução criada há centenas de anos, lá na Idade Média!

​Entender a história desse símbolo nos ajuda a entender como a própria linguagem de computação e comunicação visual foi construída. Abaixo, contamos a incrível viagem da arroba, desde as canetas dos monges até o teclado do seu celular.

​✍️ Da Idade Média aos Livros de Contabilidade

​Na Idade Média, os livros eram escritos inteiramente à mão pelos copistas. Como a tinta e o papel eram materiais valiosíssimos na época, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos e abreviaturas por uma pura questão de economia.

​Com o recurso do entrelaçamento de duas letras, eles criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de "em" ou "casa de".

​O tempo passou, a imprensa surgiu e os copistas sumiram, mas a arroba continuou viva e forte nos livros de contabilidade comerciais. O símbolo aparecia entre o número de unidades de uma mercadoria e o seu preço. Por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava "10 unidades ao preço de 3 libras cada uma". Nessa época, o símbolo ficou conhecido em inglês como at (que significa "a" ou "em").

​🚢 O Erro de Tradução que Virou Unidade de Medida

​No século XIX, nos portos da Catalunha, o comércio e a indústria tentavam imitar as práticas comerciais dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido real que os ingleses davam ao símbolo @ (at), eles acharam que o desenho era uma unidade de peso!

​Duas coincidências ajudaram nesse mal-entendido:

  1. ​A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba.
  2. ​A letra "a" inicial da palavra lembrava muito a forma do símbolo, e os carregamentos que desembarcavam dos navios vinham frequentemente em fardos de uma arroba.

​⌨️ A Chegada à Tecnologia e ao E-mail

​Quando as máquinas de escrever começaram a ser comercializadas em 1874 nos Estados Unidos, o símbolo comercial @ foi incluído no teclado por causa do uso na contabilidade. Décadas depois, esse mesmo layout de teclado foi herdado pelos computadores modernos.

​O grande salto para a tecnologia aconteceu em 1972. Ao desenvolver o primeiríssimo programa de correio eletrônico (e-mail) da história, o engenheiro Ray Tomlinson precisava de um símbolo no teclado que separasse o nome do usuário do nome do computador onde a conta estava hospedada.

​Ele olhou para o teclado, viu o @ disponível e lembrou do seu sentido original em inglês (at, que significa "em"). Assim, o formato Fulano@ProvedorX passou a significar, literalmente: "Fulano no Provedor X".

​🌍 Um Símbolo, Muitos Nomes pelo Mundo

​O mais curioso é que, dependendo do idioma, as pessoas associaram o desenho da arroba com coisas engraçadas do seu cotidiano:

  • ​🇮🇹 Italiano: Chiocciola (Caracol)
  • ​🇸🇪 Sueco: Snabel (Tromba de elefante)
  • ​🇳🇱 Holandês: Apestaart (Rao de macaco)
  • ​🇮🇱 Hebraico: Shtrudel (O famoso doce folhado em formato circular)

9 de outubro de 2019

Gerador de cores para o seu blog

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Aqui você pode pegar os códigos das cores pra vc colocar no seu blog tipo ..
mudar a cor do template ou das margens ..




o método é você ir no editor de HTML do seu blog , mecher nos códigos ,e ir trocando as cores que estão no teu blog pelas cores que você vai escolher no site ,
tem várias ae , dá uma olhada .
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12 de setembro de 2019

E bom saber Tipos de ameaças Vírus

Vírus

Um vírus de computador é um programa malicioso desenvolvido por programadores que, tal como um vírus biológico,

infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos



meios.

As maiorias das contaminações ocorrem pela ação do usuário executando o arquivo infectado, recebido como um anexo de

um e-mail. A segunda causa de contaminação é por possuir um Sistema Operacional desatualizado, sem a aplicação das

devidas correções, que poderiam corrigir vulnerabilidades conhecidas, dos sistemas operacionais ou aplicativos nele

instalados, que possibilitam o recebimento e execução de vírus.
Ainda existem alguns tipos de vírus que permanecem ocultos e inativos, entrando em execução em horas especificas. Spyware
O Spyware consiste num programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus

costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o seu conhecimento nem o

seu consentimento.

Diferem dos cavalos de Tróia por não terem como objetivo que o sistema do usuário seja dominado, seja manipulado,

por uma entidade externa, por um cracker.
Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar



seus costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de

seus programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a sua remoção.
Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam

dados bancários, montam e enviam registros das atividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros

documentos pessoais.
Com freqüência, os spywares costumavam vir legalmente embutidos em algum programa que fosse shareware ou freeware.

Sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga. Worms
Um Worm (verme, em português), em computação, é um programa auto-replicante, semelhante a um vírus. Entretanto um

vírus infecta um programa e necessita deste programa hospedeiro para se propagar, já o Worm é um programa completo e

não precisa de outro programa para se propagar.
Um worm pode ser projetado para tomar ações maliciosas após infestar um sistema, além de se auto-replicar, tais

como: deletar arquivos em um sistema ou enviar documentos por email.
Daí, o worm pode tornar o computador infectado vulnerável a outros ataques e provocar danos apenas com o tráfego de

rede gerado pela sua reprodução – o Mydoom, por exemplo, causou uma lentidão generalizada na Internet no pico de seu

ataque. Trojans (Calavos de Tróia)
Trojan Horse ou Cavalo de Tróia é um programa que age como a lenda do cavalo de Tróia, entrando no computador e

liberando uma porta para um possível invasão e é facil de ser enviado, é só clicar no ID do computador e enviar para



qualquer outro computador.

O conceito nasceu de simples programas que se faziam passar por esquemas de autenticação, em que o utilizador era

obrigado a inserir as senhas, pensando que estas operações eram legítimas. Por exemplo, na autenticação de uma

shell, poderia ser um simples programa numa conta já aberta, e o utilizador que chegasse seria forçado a introduzir

a sua password. O trojan iria então guardar o password e mascarar a conta (que seria do dono do trojan) para que

parecesse legítima (a conta da vítima). Entretanto, o conceito evoluiu para programas mais completos.

Os trojans atuais são disfarçados de programas legítimos, embora, diferentemente de vírus ou de worms, não criem

réplicas de si. São instalados diretamente no computador. De fato, alguns trojan são programados para se

auto-destruir com um comando do cliente ou depois de um determinado tempo.
Os trojans ficaram famosos na Internet pela sua facilidade de uso, fazendo qualquer pessoa possuir o controle de um

outro computador apenas com o envio de um arquivo. Por isso os trojans têm fama de ser considerados "ferramentas de script kid". Rootkits
Rootkits são um tipo de Malware surgido nos últimos anos. A principal intenção dele é se camuflar, impedindo que seu

código seja encontrado por qualquer antivírus. Isto é possível por que estas aplicações têm a capacidade de

interceptar as solicitações feitas ao sistema operacional, podendo alterar o seu resultado.
Por exemplo, quando o Windows faz um pedido para a leitura ou abertura de um arquivo (seja a mando do antivírus ou

pelo proprio usuário), o rootkit intercepta os dados que são requisitados (intercepção via API) e faz uma filtragem

dessa informação, deixando passar apenas o código não infectado.
Desta forma, o antivírus ou qualquer outra ferramenta ficam impossibilitados de encontrar o arquivo malicioso.

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